O presidente do Centro Cultural Sueco de Ijuí, Luiz Edvino Hedlund, fez uma avaliação da participação da entidade na Expofest 2026. Segundo ele, o movimento de público na Casa Sueca foi menor em comparação com a edição anterior. Hedlund atribui parte dessa redução às condições climáticas, com dias de chuva e temperaturas baixas durante a feira. A localização da casa, mais afastada da área central do parque, também pode ter influenciado a circulação de visitantes.
“Esse ano foi diferente. Foi bem frio e chuvoso. Fica complicado do pessoal estar sentado ali em uma área aberta tomando aquele frio”, comentou. Apesar da redução no movimento geral, o presidente afirmou que a programação transcorreu conforme o planejamento. “O movimento no salão foi bom. Mas, no modo geral, foi menos que o ano passado o nosso movimento”, explicou.
A programação cultural contou com apresentações dos grupos de dança, tanto no Palco das Etnias quanto no Palco Mundo, além da participação de escolas e visitantes.
Um dos destaques desta edição foi a presença de representantes diplomáticos da Suécia. A Casa Sueca recebeu a embaixadora Karin Wallenstein, o cônsul Renato Pacheco e a cônsul honorária Isabela França, em uma visita relacionada aos 200 anos das relações diplomáticas entre Brasil e Suécia e aos 30 anos do Centro Cultural Sueco de Ijuí.
Hedlund também destacou que as visitas abriram possibilidades de apoio ao projeto de ampliação e reforma da Casa Sueca. A entidade pretende estabelecer contatos com empresas suecas instaladas no Brasil para buscar parcerias.
O presidente agradeceu aos voluntários e colaboradores que trabalharam durante os dez dias de feira e afirmou que a entidade pretende continuar investindo na programação cultural e na participação da comunidade.


